A história começa onde os problemas reais aparecem.
A Softaliza não é uma startup que pegou o mercado de associações por acaso. Viemos de dentro — vivemos congressos travados, planilhas de sócios quebradas, sistemas de submissão que ninguém conseguia usar. E decidimos que era hora de resolver.
Congressos científicos sofriam com tecnologia ruim.
Submissão de trabalhos em planilha. Avaliação cega no e-mail. Anais publicados em CD-ROM. Inscrições em formulário do Google. Pagamento em depósito. Quem organizava evento científico no Brasil conhecia bem essa rotina — e o resultado era sempre o mesmo: muito trabalho manual, prazos furados, frustração da comunidade acadêmica.
Nasceu dentro da universidade.
A Softaliza nasceu dentro do ITSM (Instituto Tecnológico Solidário e de Mercado), uma incubadora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). O contexto não foi acidente: estávamos cercados de pesquisadores, programas de pós-graduação e congressos acontecendo o ano inteiro. A demanda chegou primeiro como pedido — e logo virou produto.
Não é coincidência que a equipe entenda do mercado: quase todo mundo aqui já viveu a outra ponta — organizou simpósio, fez doutorado, foi avaliador de revista. Quando dizemos que conhecemos a dor do cliente, é porque a dor era nossa.
De congresso para tudo o que vem depois.
Os primeiros clientes eram organizadores de congresso. Mas eles tinham outras necessidades: a sociedade científica que organiza o evento também tem sócios, anuidade, comunicações, votações. E logo apareceu a pergunta natural — “vocês fazem para a associação inteira?”
Fizemos. E daí veio app móvel, credenciamento, transmissão online, registro DOI, hall virtual 3D, assinaturas digitais. Cada produto novo respondia a um pedido real de cliente existente. Foi assim que a Softaliza virou um ecossistema de soluções — não por estratégia de M&A, mas por tração orgânica.
Hoje atendemos mais de 150 entidades em todo o Brasil: sociedades científicas, sindicatos, federações, associações médicas, conselhos profissionais, clubes esportivos. Mais de 1.000 eventos rodaram na nossa plataforma — presenciais, online e híbridos. E centenas de milhares de pessoas usam, todo mês, algum sistema que desenvolvemos.
Uma pessoa real do outro lado.
Crescemos. Mas mantemos uma coisa que a maioria das empresas de tecnologia perde no caminho: cada cliente tem um grupo de WhatsApp direto com a equipe técnica. Sem chatbot na entrada, sem ticket que demora 48 horas, sem “sua solicitação foi escalada”. Você manda mensagem, alguém responde — e geralmente é a pessoa que vai resolver.
Isso é caro de fazer. É difícil de escalar. Mas é o que nos mantém próximos da realidade dos clientes — e o que faz eles ficarem conosco por anos.
Valores
Quatro coisas que não negociamos.
Valores não são quadro na parede. São critérios de decisão para dilemas reais — e tomamos essas decisões todo dia.
Em números
O que construímos junto com nossos clientes.
Onde estamos
Sede em Santa Maria, atendimento em todo o Brasil.
Nosso escritório fica no campus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no interior do Rio Grande do Sul. É de lá que o time todo trabalha — engenharia, design, suporte, comercial e operações na mesma sala. Sem terceirização, sem call center.
Atendemos clientes em todas as regiões do país, em português, no fuso horário daqui. Quando seu evento começa numa segunda às 8h, tem gente nossa online às 7h.
Cidade Universitária — Camobi
Santa Maria — RS · CEP 97105-900
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